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terça-feira, 23 de junho de 2015
Ancine regulamenta classificação de produtoras independentes para liberar captação
A Ancine publicou, nesta sexta-feira, 19, instrução normativa estabelecendo critérios para classificação de nível de empresa produtora brasileira independente. O objetivo é regulamentar a captação de recursos para essas empresas por meio de incentivos fiscais.
De acordo com a norma, as produtoras que não pleitearem a classificação, serão enquadradas automaticamente no nível 1, podendo captar recursos no valor de até R$ 5 milhões. O nível mais alto prevê captação de até R$ 100 milhões.
Para o nível 1, as produtoras terão de provar a comunicação pública de disponibilização ao público de pelo menos duas obras audiovisuais, com fins comerciais em ao menos um dos segmentos de mercado previstos. Para o nível 5, é necessária a comprovação de 12 obras audiovisuais produzidas.
Essa comprovação poderá ser feita por meio da apresentação de matéria de jornal ou de revista especializada, que ateste a realização de comunicação pública da obra ou informe a data prevista para estreia; contrato de licenciamento para comunicação pública da obra audiovisual, no qual conste o período de divulgação da obra; declaração do representante legal de programadoras ou radiodifusoras, ou do responsável editorial por canal de programação, com firma reconhecida, que ateste a comunicação pública da obra em seus canais.
Valem para fins de classificação a obra audiovisual não seriada com duração superior a 50 minutos, dos tipos ficção, documentário, animação; obra audiovisual seriada, com mínimo de quatro capítulos ou episódios, e duração total mínima de 90 minutos, dos tipos ficção, documentário, reality-show ou variedades; obra audiovisual seriada, com mínimo de quatro capítulos ou episódios, e duração total mínima de 20 minutos, do tipo animação.
Só valem as produções realizadas a partir de 1994, conforme atestado em seus Certificados de Produto Brasileiro (CPB). E as produtoras precisam comprovar a comunicação pública, com fins comerciais, em salas de exibição, vídeo doméstico, radiodifusão de som e imagens (TV aberta), comunicação eletrônica de massa por assinatura (TV paga) ou vídeo por demanda. Valem também as obras veiculadas em canal de programação do campo público de televisão.
A obra audiovisual realizada em regime de coprodução será considerada para classificação de nível apenas para um dos coprodutores brasileiros na forma disposta em acordo firmado entre as partes.
Ainda de acordo com a norma, a empresa pode requerer a revisão de sua classificação a qualquer tempo.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Programa Brasil de Todas as Telas divulga investimentos
Pela Chamada PRODECINE 02/2013, de apoio à produção cinematográfica via distribuidoras, foram contemplados dois longas de ficção ("Que horas ela volta", de Anna Muylaert, apresentado pela Pandora Filmes; e "O Caseiro", com direção de Júlio Santi, apresentado pela Europa Filmes) e um de animação ("Tarsilinha", com direção de Célia Catunda e Kiko Mistrorigo, apresentado pela H2O.
A Chamada Pública PRODECINE 03/2013 contemplou nesta operação os filmes "Beira-Mar", de Felipe Maltzembacher e Márcio Reolon, produzido pela Avante Filmes; e ""Os Maias (Alguns) Episódios da Vida Romântica", de João Botelho, produzido pela Raccord Produções Artísticas e Cinematográficas. Ambos receberão R$ 200 mil para investimentos na comercialização.
Finalizando, pelo PRODECINE 04/2013, que oferece aportes para a complementação de recursos necessários à viabilização dos projetos, o longa de animação "Peixonauta - O Filme", dirigido por Kiko Mistrorigo e Célia Catunda, derivado da série de TV e produzido pela PG Produções de Cinema, Vídeo e TV, fará jus a um apoio de R$ 800 mil.
quarta-feira, 20 de maio de 2015
ANCINE abre edital inédito de apoio à produção com a América Latina
Projetos de ficção e animação receberão apoio de até R$ 250 mil. Para documentários o apoio será de até R$ 175 mil. Poderão ser inscritos projetos em parceria com Argentina, Bolívia, Costa Rica, Colômbia, Chile, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.
“Nosso objetivo é não só garantir que mais filmes desses países sejam exibidos no Brasil, mas também promover a presença do cinema brasileiro no mercado externo. Além do aumento da distribuição de filmes, as parcerias entre produtoras brasileiras e de outros países enriquecem o mercado, permitindo o intercâmbio profissional”, explica Manoel Rangel, diretor-presidente da ANCINE.
Podem ser inscritos projetos que se encontrem em quaisquer das etapas de produção, desde que a obra não tenha sido concluída. O fundo se destina a projetos que possuam algum financiamento já garantido, seja através de concursos nos países majoritários de produção ou outros fundos internacionais. No entanto, é vedada a inscrição de projetos que estejam concorrendo ou que já tenham sido contratados em editais de coprodução binacional realizados pela ANCINE.
Os países latino-americanos estão classificados em grupos de acordo com suas características econômico-estruturais e o grau de desenvolvimento de sua indústria cinematográfica. Esses grupos determinam o teto de captação por proposta apresentada a depender do(s) país(es) coprodutor(es) do projeto. No Grupo 1: Bolívia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico e República Dominicana têm direito a cota de 50% do montante (R$ 2,5 milhões). O Grupo 2 formado por Colômbia, Chile, Peru, Uruguai e Venezuela ficam sujeitos a uma cota de 25% (R$ 1,25 milhões) sobre o montante total. O mesmo valor se destina aos países do Grupo 3 (Argentina e México).
Os aportes serão feitos na modalidade de investimento, por meio da qual o FSA terá participação sobre as receitas comerciais do projeto.
Pacote de Ações de Incentivo
A Prodecine 06/2015 - Coprodução América Latina faz parte do pacote de ações de incentivo à realização de coproduções internacionais que a ANCINE preparou para 2015, que conta também com quatro editais binacionais. Ao todo a agência fará investimentos no desenvolvimento e na produção de longas-metragens feitos em parceria com 22 países.
O primeiro edital, em parceria com a Itália, foi lançado em março. Em sua terceira edição, o edital Brasil-Itália disponibiliza 160 mil euros para o apoio ao desenvolvimento de projetos de longa-metragem. O concurso beneficia seis projetos com potencial de coprodução entre os dois países, sendo três selecionados pela ANCINE e três pela Direzione Generale Per Il Cinema, da Itália. A ANCINE contempla dois projetos de roteiristas iniciantes, cada um a ser apoiado com 25 mil euros, e um projeto de roteirista não iniciante que fará jus a 30 mil euros. As inscrições encerraram-se em 4 de maio.
O edital Brasil-Argentina, em parceria com o INCAA (Instituto de Cine y Artes Audiovisuales), encerra hoje, 11 de maio, suas inscrições. Receberão apoio seis projetos com um total equivalente nas moedas locais a 1 milhão de dólares. Já pelo edital Brasil-Portugal, serão investidos 600 mil dólares em 4 projetos, em parceria entre a ANCINE e o ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual). As inscrições para este edital, que começaram em abril, vão até o dia 19 de maio.
Outros dois projetos de coprodução farão jus a um aporte total equivalente a 300 mil dólares por meio do edital Brasil-Uruguai, promovido simultaneamente pela ANCINE e pelo ICAU (Instituto de Cinema y Audiovisual). As inscrições para o edital Brasil_Uruguai terminam dia 26 de maio.
Sobre o Programa Brasil de Todas as Telas
O Programa Brasil de Todas as Telas é a maior e mais importante iniciativa de fomento ao setor audiovisual já desenvolvida no país, com recursos da ordem de R$ 1,2 bilhão, oriundos do Fundo Setorial do Audiovisual. Uma das ações, no eixo que visa fomentar a produção e difusão de conteúdos, busca estimular o desenvolvimento regional da produção brasileira por meio de parcerias com governos municipais e estaduais. Este ano, até R$ 95 milhões serão investidos na produção de obras selecionadas por editais de entidades e órgãos públicos de governos estaduais e prefeituras de capitais.
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quinta-feira, 21 de março de 2013
Continuação de "Até Que a Sorte Nos Separe" consegue a captação de R$ 7,5 milhões
Nas bilheterias o filme foi um sucesso, levando 3,5 milhões de pessoas ao cinema
Da Editoria Cultura & Comportamento

O filme 'Até Que a Sorte nos Separe 2' conseguiu a captação de R$ 7.445.500,00 junto à Agência Nacional do Cinema, de acordo com informações do Uol. O valor foi aprovado na reunião de Diretoria Colegiada realizada no dia 5 de março e publicado na sexta-feira (15) no Diário Oficial da União.
Para quem não sabe, o primeiro filme captou cerca de R$ 2,7 milhões em recursos públicos e teve um custo total de produção de R$ 6 milhões. Nas bilheterias o filme foi um sucesso, levando 3,5 milhões de pessoas ao cinema.
Leandro Hassum e Danielle Winits, protagonistas do primeiro filme, deverão voltar para a continuação.
O filme 'Até Que a Sorte nos Separe 2' conseguiu a captação de R$ 7.445.500,00 junto à Agência Nacional do Cinema, de acordo com informações do Uol. O valor foi aprovado na reunião de Diretoria Colegiada realizada no dia 5 de março e publicado na sexta-feira (15) no Diário Oficial da União.
Para quem não sabe, o primeiro filme captou cerca de R$ 2,7 milhões em recursos públicos e teve um custo total de produção de R$ 6 milhões. Nas bilheterias o filme foi um sucesso, levando 3,5 milhões de pessoas ao cinema.
Leandro Hassum e Danielle Winits, protagonistas do primeiro filme, deverão voltar para a continuação.
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sábado, 13 de outubro de 2012
Boa nova para captadores: Renda do cinema brasileiro aumentou em 2012
Veja matéria completa em Cursos Raízes Culturais /Agenda
Dados oficiais da Agência Nacional de Cinema (Ancine), divulgados indicaram queda de público no cinema brasileiro nas primeiras 34 semanas deste ano. Em 2012, o público foi 97,36 milhões de espectadores, com renda de R$ 1,076 bilhão. Em 2011, o número de pessoas que foram aos cinemas foi 97,95 milhões e a renda foi R$ 1 bilhão em igual período.
O período teve amplo domínio de filmes estrangeiros, que tiveram 93,9% do público e 94,4% da renda. Os resultados em 2011 foram melhores para o cinema nacional, com 85,9% do público e 87,4% da renda ficando com filmes estrangeiros.
Entre 2011 e 2012, a variação do cinema nacional indicou uma queda de 56,8% no público e de 52% de renda. Entre os filmes estrangeiros houve aumento de 8,6% para público e 16,2% na renda. A variação somada entre nacionais e estrangeiros foi queda de 0,6% no público e aumento de 7,6% de renda.
Os resultados, semana a semana, indicam um mês de agosto mais fraco em 2012, com pouca variação na distribuição entre filmes estrangeiros e filmes nacionais.
Na semana 33, de 17 a 23 de agosto, o público medido foi 1,98 milhão de espectadores, sendo 7,4% em filmes brasileiros e 92,6% em estrangeiros. A renda chegou a R$ 21,53 milhões, sendo que 6,7% entre as produções nacionais e 93,3% entre os internacionais. Foram 103 longas exibidos, dos quais 27 nacionais e 76 internacionais. Houve uma média de 24 salas por título entre os filmes brasileiros e de 44 salas por título entre os internacionais.
Os filmes brasileiros mais vistos foram....continua em Cursos Raízes Culturais / Agenda
O período teve amplo domínio de filmes estrangeiros, que tiveram 93,9% do público e 94,4% da renda. Os resultados em 2011 foram melhores para o cinema nacional, com 85,9% do público e 87,4% da renda ficando com filmes estrangeiros.
Entre 2011 e 2012, a variação do cinema nacional indicou uma queda de 56,8% no público e de 52% de renda. Entre os filmes estrangeiros houve aumento de 8,6% para público e 16,2% na renda. A variação somada entre nacionais e estrangeiros foi queda de 0,6% no público e aumento de 7,6% de renda.
Os resultados, semana a semana, indicam um mês de agosto mais fraco em 2012, com pouca variação na distribuição entre filmes estrangeiros e filmes nacionais.
Na semana 33, de 17 a 23 de agosto, o público medido foi 1,98 milhão de espectadores, sendo 7,4% em filmes brasileiros e 92,6% em estrangeiros. A renda chegou a R$ 21,53 milhões, sendo que 6,7% entre as produções nacionais e 93,3% entre os internacionais. Foram 103 longas exibidos, dos quais 27 nacionais e 76 internacionais. Houve uma média de 24 salas por título entre os filmes brasileiros e de 44 salas por título entre os internacionais.
Os filmes brasileiros mais vistos foram....continua em Cursos Raízes Culturais / Agenda
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
TV paga provoca explosão de demanda de projetos audiovisuais
Veja matéria completa em Cursos Raízes Culturais
IEstamos diante de uma explosão de demanda”, disse o diretor da Agência Nacional de Cinema (Ancine), Manoel Rangel, durante palestra sobre a Lei 12.485/2011 e as cotas para conteúdo de produtoras independentes nos canais de TV por assinatura. O debate foi parte da programação do Rio Market, evento paralelo ao Festival do Rio.
Com a entrada em vigor da lei, a partir de novembro deste ano, os canais de TV por assinatura terão de oferecer uma quantidade de horas de programação com produção nacional e independente crescente.
Até 2013, os canais por assinatura deverão ter 3h30 por semana de conteúdo nacional em horário nobre (período das 18h às 24h nos canais abertos e fechados convencionais e das 11h às 14h e das 17h às 21h nos canais para crianças e adolescentes), do qual metade será de produtoras brasileiras independentes. A entrada em vigor da lei é tratada pelo setor como suficiente para o início de um novo momento da indústria de audiovisual nacional.
Segundo Rangel a lei, marcada por um intenso trabalho de costura entre o setor, o Conselho Superior de Cinema e o Congresso Nacional, representa um imenso acerto ao estabelecer as políticas de carregamento, que cotizam o tempo de programação, a exemplo do que é feito há mais de uma década com o cinema nacional.
A política conduz o mercado ao papel de financiador da produção independente nacional, que necessita, em grande medida, de recursos públicos para se manter e dar continuidade à sua produção. O próprio conceito de independente, que considera, entre outras coisas, os direitos da produtora sobre seu produto, mesmo que tenha investimento minoritário de recursos em sua execução, é fundamental para estruturar as iniciativas, explicou Rangel.
Embora a obrigação exija uma nova postura de mercado, a inclusão do setor no Plano Brasil Maior, como uma das indústrias prioritárias para investimentos, deve permitir uma estruturação definitiva, e, aliada ao uso dos recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, que segundo Rangel devem atingir R$ 600 milhões no curto prazo, vão permitir a compra ...continua em Agenda/Eventos
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Fonte: www.jb.com.br
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