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terça-feira, 23 de junho de 2015

Ancine regulamenta classificação de produtoras independentes para liberar captação



A Ancine publicou, nesta sexta-feira, 19, instrução normativa estabelecendo critérios para classificação de nível de empresa produtora brasileira independente. O objetivo é regulamentar a captação de recursos para essas empresas por meio de incentivos fiscais.

De acordo com a norma, as produtoras que não pleitearem a classificação, serão enquadradas automaticamente no nível 1, podendo captar recursos no valor de até R$ 5 milhões. O nível mais alto prevê captação de até R$ 100 milhões.

Para o nível 1, as produtoras terão de provar a comunicação pública de disponibilização ao público de pelo menos duas obras audiovisuais, com fins comerciais em ao menos um dos segmentos de mercado previstos. Para o nível 5, é necessária a comprovação de 12 obras audiovisuais produzidas.

Essa comprovação poderá ser feita por meio da apresentação de matéria de jornal ou de revista especializada, que ateste a realização de comunicação pública da obra ou informe a data prevista para estreia; contrato de licenciamento para comunicação pública da obra audiovisual, no qual conste o período de divulgação da obra; declaração do representante legal de programadoras ou radiodifusoras, ou do responsável editorial por canal de programação, com firma reconhecida, que ateste a comunicação pública da obra em seus canais.

Valem para fins de classificação a obra audiovisual não seriada com duração superior a 50 minutos, dos tipos ficção, documentário, animação; obra audiovisual seriada, com mínimo de quatro capítulos ou episódios, e duração total mínima de 90 minutos, dos tipos ficção, documentário, reality-show ou variedades; obra audiovisual seriada, com mínimo de quatro capítulos ou episódios, e duração total mínima de 20 minutos, do tipo animação.

Só valem as produções realizadas a partir de 1994, conforme atestado em seus Certificados de Produto Brasileiro (CPB). E as produtoras precisam comprovar a comunicação pública, com fins comerciais, em salas de exibição, vídeo doméstico, radiodifusão de som e imagens (TV aberta), comunicação eletrônica de massa por assinatura (TV paga) ou vídeo por demanda. Valem também as obras veiculadas em canal de programação do campo público de televisão.

A obra audiovisual realizada em regime de coprodução será considerada para classificação de nível apenas para um dos coprodutores brasileiros na forma disposta em acordo firmado entre as partes.

Ainda de acordo com a norma, a empresa pode requerer a revisão de sua classificação a qualquer tempo.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

ANCINE abre edital inédito de apoio à produção com a América Latina



Foi aberta hoje, 18 de maio, a Chamada Pública Prodecine 06/2015 - Coprodução América Latina, do Programa Brasil de Todas as Telas, que viabiliza o investimento de R$ 5 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, para produções brasileiras com países latino-americanos. Esta linha funcionará na modalidade de fluxo contínuo (com inscrições abertas enquanto houver disponibilidade de recursos) e investirá em projetos em que a produtora brasileira tenha participação minoritária.

Projetos de ficção e animação receberão apoio de até R$ 250 mil. Para documentários o apoio será de até R$ 175 mil. Poderão ser inscritos projetos em parceria com Argentina, Bolívia, Costa Rica, Colômbia, Chile, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

“Nosso objetivo é não só garantir que mais filmes desses países sejam exibidos no Brasil, mas também promover a presença do cinema brasileiro no mercado externo. Além do aumento da distribuição de filmes, as parcerias entre produtoras brasileiras e de outros países enriquecem o mercado, permitindo o intercâmbio profissional”, explica Manoel Rangel, diretor-presidente da ANCINE.

Podem ser inscritos projetos que se encontrem em quaisquer das etapas de produção, desde que a obra não tenha sido concluída. O fundo se destina a projetos que possuam algum financiamento já garantido, seja através de concursos nos países majoritários de produção ou outros fundos internacionais. No entanto, é vedada a inscrição de projetos que estejam concorrendo ou que já tenham sido contratados em editais de coprodução binacional realizados pela ANCINE.

Os países latino-americanos estão classificados em grupos de acordo com suas características econômico-estruturais e o grau de desenvolvimento de sua indústria cinematográfica. Esses grupos determinam o teto de captação por proposta apresentada a depender do(s) país(es) coprodutor(es) do projeto. No Grupo 1: Bolívia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico e República Dominicana têm direito a cota de 50% do montante (R$ 2,5 milhões). O Grupo 2 formado por Colômbia, Chile, Peru, Uruguai e Venezuela ficam sujeitos a uma cota de 25% (R$ 1,25 milhões) sobre o montante total. O mesmo valor se destina aos países do Grupo 3 (Argentina e México).

Os aportes serão feitos na modalidade de investimento, por meio da qual o FSA terá participação sobre as receitas comerciais do projeto.

Pacote de Ações de Incentivo

A Prodecine 06/2015 - Coprodução América Latina faz parte do pacote de ações de incentivo à realização de coproduções internacionais que a ANCINE preparou para 2015, que conta também com quatro editais binacionais. Ao todo a agência fará investimentos no desenvolvimento e na produção de longas-metragens feitos em parceria com 22 países.

O primeiro edital, em parceria com a Itália, foi lançado em março. Em sua terceira edição, o edital Brasil-Itália disponibiliza 160 mil euros para o apoio ao desenvolvimento de projetos de longa-metragem. O concurso beneficia seis projetos com potencial de coprodução entre os dois países, sendo três selecionados pela ANCINE e três pela Direzione Generale Per Il Cinema, da Itália. A ANCINE contempla dois projetos de roteiristas iniciantes, cada um a ser apoiado com 25 mil euros, e um projeto de roteirista não iniciante que fará jus a 30 mil euros. As inscrições encerraram-se em 4 de maio.

O edital Brasil-Argentina, em parceria com o INCAA (Instituto de Cine y Artes Audiovisuales), encerra hoje, 11 de maio, suas inscrições. Receberão apoio seis projetos com um total equivalente nas moedas locais a 1 milhão de dólares. Já pelo edital Brasil-Portugal, serão investidos 600 mil dólares em 4 projetos, em parceria entre a ANCINE e o ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual). As inscrições para este edital, que começaram em abril, vão até o dia 19 de maio.

Outros dois projetos de coprodução farão jus a um aporte total equivalente a 300 mil dólares por meio do edital Brasil-Uruguai, promovido simultaneamente pela ANCINE e pelo ICAU (Instituto de Cinema y Audiovisual). As inscrições para o edital Brasil_Uruguai terminam dia 26 de maio.

Sobre o Programa Brasil de Todas as Telas

O Programa Brasil de Todas as Telas é a maior e mais importante iniciativa de fomento ao setor audiovisual já desenvolvida no país, com recursos da ordem de R$ 1,2 bilhão, oriundos do Fundo Setorial do Audiovisual. Uma das ações, no eixo que visa fomentar a produção e difusão de conteúdos, busca estimular o desenvolvimento regional da produção brasileira por meio de parcerias com governos municipais e estaduais. Este ano, até R$ 95 milhões serão investidos na produção de obras selecionadas por editais de entidades e órgãos públicos de governos estaduais e prefeituras de capitais.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

ONGs precisam planejar para ter crescimento sustentável



Um dos principais desafios hoje para a captação de recursos no terceiro setor é fazer um planejamento. O alerta foi feito por João Paulo Vergueiro, diretor executivo da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR), durante o Festival ABCR, que ocorreu entre os dias 5 e 7 de maio, no Centro de Convenção Rebouças, em São Paulo, reunindo masterclasses, palestras e feira de expositores, com o objetivo de discutir os desafios e estratégias para a captação de recursos na sociedade civil.

Segundo Vergueiro, boa parte das ONGs trabalha com as despesas do dia a dia, com o básico para fechar as contas no fim do mês, principalmente quando elas são pequenas. “Mas é fundamental que elas parem e planejem, criem uma estratégia para sobreviver no médio e longo prazo”, afirma.

Após dar início ao planejamento de como obter os recursos necessários, Vergueiro aponta três elementos fundamentais para o sucesso de qualquer entidade: paciência, investimento e confiança na relação com os doadores. Paciência, porque a captação de recursos é um processo que leva tempo; investimento, porque você precisa levar a sua mensagem às pessoas certas para receber retorno, e isso demanda dinheiro; e confiança na relação com os doadores, porque a ONG precisa acreditar que defende uma causa importante o bastante para atrair outras pessoas, que podem demorar a chegar, mas com a estratégia correta chegarão uma hora.

O encontro abordou desde questões mais gerais, como a necessidade de se construir uma cultura de doação no país, até formas específicas de se fazer isso, como o diálogo direto com pessoas físicas e a captação com governo e empresas.

Ao todo, foram quase 500 participantes na edição de 2015, contando público e palestrantes. Para o diretor executivo da ABCR, “um festival como este é importante para a sociedade civil por mostrar esses caminhos, por promover a melhor maneira de elas alcançarem a sustentabilidade financeira delas.”

Troca de experiências

Participantes de várias regiões do Brasil marcaram presença no encontro. Um deles foi Daniel Antunes, do Grupo Luta Pela Vida, de Uberlândia, Minas Gerais.

O grupo construiu o Hospital do Câncer de Uberlândia e é responsável até hoje pela manutenção do local. Para isso, conta com o apoio financeiro de aproximadamente 45 mil pessoas físicas e 800 empresas. O método utilizado para atingir tanta gente? Na maioria das vezes, o telefone. “A nossa principal forma de contato é até hoje o telefone, com o serviço de telemarketing”, conta Antunes. Mas, como está cada vez mais complicado falar com as pessoas através do telefone fixo, a instituição já está em busca de novas formas de conquistar doadores para sua causa.

Outra pessoa que viajou para conhecer as diferentes maneiras de se captar recursos foi Jeanine Pacholski, de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Funcionária do Instituto Elisabetha Randon, criado por um grupo empresarial da região, Jeanine admite que não vivencia grandes obstáculos no dia a dia para conseguir empresas que aceitem financiar os projetos do instituto. Ainda assim, ela e a organização sem fins lucrativos que ela representa estão interessadas em conhecer as opções de captação disponíveis, não só para benefício direto da instituição, mas também para ajudar a disseminar esse conhecimento para outras ONGs gaúchas.

E nem só de integrantes diretos do terceiro setor o público do evento foi composto. A administradora Andrea Gama, de Salvador, na Bahia, é sócia da produtora Benditas, que trabalha no desenvolvimento de projetos culturais, sociais e esportivos, e decidiu participar do festival para entender a fundo a questão da captação e ver o que as organizações da sociedade civil têm a ensinar para empresas com preocupação social. “Acho que a troca entre o segundo e o terceiro setor é sempre muito importante”, diz.

A busca por pessoas

A preocupação em captar recursos financeiros é essencial para qualquer organização, mas é preciso buscar também outro tipo de recurso: o humano. “Às vezes, a gente fica pensando só em trazer patrocinador, trazer dinheiro, recurso material. Isso é fundamental, mas é muito importante envolver pessoas na história”, explica Felipe Mello, um dos fundadores da ONG Canto Cidadão e palestrante do Festival ABCR 2015.

De acordo com Mello, a maioria das entidades do terceiro setor nasce da vontade de algumas pessoas em fazer um trabalho social, mas que não têm fácil acesso a empresas que possam ajudar financeiramente. Assim, conquistar um grupo de pessoas que se interessem pela mesma causa e que aceitem trabalhar voluntariamente por ela ou ajudar com doações pode ser o primeiro grande passo. Foi assim com a própria Canto Cidadão.

O trabalho social que deu origem à instituição foi o Doutores Cidadãos, que começou com Mello e um amigo, Roberto Ravagnani. Após seus expedientes normais em empresas, eles se vestiam de palhaços e iam visitar voluntariamente idosos em hospitais e asilos públicos e filantrópicos. Com o tempo, o projeto foi conquistando outros voluntários e começou a crescer, até se tornar o que é hoje: uma ONG que já beneficiou cinco milhões de pessoas, através de diferentes ações de sensibilização para a cidadania, como palestras e programas de rádio e televisão, e atuação direta, com atividades artísticas e lúdicas em hospitais e escolas.

“O caminho é buscar pessoas. A partir de cada uma que se junta à sua causa, você tem a possibilidade de conhecer muitas outras e, assim, você vai criando conexões e crescendo”. Outra dica de Mello é fugir do discurso de “coitadinho” na hora de tentar mobilizar pessoas e empresas para a sua causa. Neste momento, é importante mostrar que há um projeto precioso sendo discutido, que promove a valorização da vida e trará benefícios para todos os envolvidos.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Curso de Captação de Recursos:Esse é o Lobo!



"Tudo passa na Lei Rouanet", diz Lobão



Em "Manifesto do Nada na Terra do Nunca", músico critica artistas estabelecidos que recorrem a incentivos oficiais. No livro, compositor diz que presidente Dilma foi terrorista e que o país se prepara para sofrer golpe de Estado

DE SÃO PAULO



Em uma hora e meia de entrevista concedida em sua casa, em Pompeia, zona oeste de São Paulo, Lobão

ampliou os ataques de seu livro.

Entre diversos assuntos, disse que o país se encaminha para um novo golpe de Estado, criticou o passado da presidente Dilma Rousseff e a postura da líder brasileira na Comissão da Verdade.

Sobre o meio artístico, reclamou de nomes consagrados captarem recursos via Lei Rouanet, e disse se orgulhar de ter recusado a autorização do Ministério da Cultura para captar R$ 2 milhões. Procuradas pela Folha, as pessoas citadas por Lobão não se pronunciaram até o fechamento desta edição.

Leia os principais trechos da entrevista.

(LUCAS NOBILE)

Presidente Dilma e a Comissão da Verdade

Ela foi terrorista. Ela sequestrou avião, ela pode ter matado. Como que ela pode criar uma Comissão da Verdade e, como presidenta, não se colocar? Deveria ser a primeira pessoa a ser averiguada. Você vai aniquilar a história do Brasil? Vai contar uma coisa totalmente a favor com esse argumento nojento? Porque eles mataram, esquartejaram pessoas vivas, deram coronhadas, cometeram crimes.

Continuação da Resenha Diária

O estopim, a causa da ditadura militar foram eles. Desde 1935, desde a coluna Prestes, começaram a dar golpes de Estado. Em 1961, começaram a luta armada. Era bomba estourando, eu estava lá. Minha mãe falava: você vai ser roubado da gente, o comunismo não tem família.

Quase um milhão de pessoas saíram às ruas pedindo para o Exército tomar o poder.

Acham que a junta militar estava a fim de dominar o Brasil? Não vejo nenhum desses presidentes militares milionário. E massacram os caras.



Regime militar

Não acredito em vítima da ditadura, quero que eles se fodam. Eu fui perseguido, passei quatro anos perseguido por agentes do Estado. Por que eu tinha um galho de maconha? Me botaram por três meses na cadeia. Nem por isso eu pedi indenização ao Estado. Devo ter sofrido muito mais do que 90% desses caras que dizem que foram torturados.



PT

Esses que estão no poder, Dilma, Emir Sader, Franklin Martins, Genoíno, estavam na luta armada. Todos esses guerrilheiros estão no poder. Porra, alguma coisa está acontecendo! Em 1991, só tinha um país socialista na América Latina, hoje são 18. São neoditaduras pífias. A Argentina é uma caricatura, o Evo Morales, o Maduro. Vão deixar o comunismo entrar aqui? É a mesma coisa que botar o nazismo. A América do Sul está se tornando uma Cortina de Ferro tropical. Existe uma censura poderosíssima perpetrada por uma militância de toupeiras. Quem está dando golpe nademocracia são eles, o PT está há dez anos no governo.



Golpe de Estado

Todo mundo fala da ditadura, do golpe militar, isso nunca esteve tão vivo. Os militares estão cada vez mais humilhados. As pessoas têm que entender que nenhum país civilizado conseguiu ser um país com suas Forças Armadasno Estado em que está a brasileira. Eles fizeram a Força Nacional, uma milícia armada, uma polícia política. Está tudo pronto para vir um golpe e as pessoas não estão vendo.



Ministério da Cultura

Se você tirar o Ministério da Cultura, o que não é sertanejo universitário morre. Eu recusei R$ 2 milhões do Ministério da Cultura para fazer uma turnê. O ministério libera tudo, e impressionam as temáticas: bandas mortas se ressuscitam para comemorar um aniversário de vida que não tem!

O próprio Barão Vermelho! Todos pediram grana [via lei de incentivo]: Barão, Paralamas.

O Gilberto Gil é o rei, um dos que mais pedem [recurso via Lei Rouanet]!

O cara foi ministro! Como é que as pessoas podem aturar isso? A Paula Lavigne é a rainha [da Lei Rouanet].

Por que os intelectuais brasileiros, diante de uma situação asquerosa como esta, ficam calados?



Tropicália

Todos esses mitos da Semana de 22 foram perpetuados por movimentos como o concretismo, o cinema novo, a Tropicália.

Sempre tive muito desinteresse pela Tropicália. Tom Zé, Jards Macalé e João Donato sempre foram melhores do que os que estão aí hoje representando o movimento, tanto o da bossa nova quanto o da Tropicália. João Donato dá de mil no João Gilberto porque ele é um puta compositor e pianista. Mas nunca tem o mérito, é tudo o pistolão, quem tem amigo, é da máfia. É conchavo o tempo todo. O Gilberto Gil, a Preta Gil, é um absurdo. Ganhou um império atrás dos benefícios do pai.



RAP



Os Racionais são o braço armado do governo, são os anseios dos intelectuais petistas, propaganda de um

comportamento seminal do PT. Não acredito em cara ressentido.

Emicida, Criolo, todos têm essa postura, neguinho não olha, não te cumprimenta. Vai criar uma cizânia que nunca teve, ódios [raciais] estão sendo recrudescidos de razões históricas que nunca aconteceram aqui.

Estão importando Black Panthers, Ku Klux Klan. Tem essa coisa de "branquinho, perdeu, vamos tomar seu lugar".

Como permitem esse discurso?

MANIFESTO DO NADA NA TERRA DO NUNCA

AUTOR Lobão

EDITORA Editora Nova Fronteira

QUANTO R$ 39,90 (248 págs.)
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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Captação de Recursos: Cinebiografia de José Mojica Marins, o Zé do Caixão, será desenvolvida



André Barcinski, o co-autor de Maldito: A Vida e Cinema de José Mojica Marins, biografia do criador do personagem Zé do Caixão, confirmou ao site Cineclick que uma produção baseada na obra será adaptada para o cinema. Intitulada Maldito, a obra foi adquirida pela Ioiô Filmes, que começará a captar recursos para o longa a partir de outubro.

O filme será dirigido pelo estreante Vitor Mafra, que assinará o roteiro junto com Barcinski. Ivan Finotti, o outro autor do livro, não participará do script.

O livro Maldito: A Vida e Cinema de José Mojica Marins, esmiúça a vida do cineasta. Fala de suas primeiras experiências no cinema, a produção de seus filmes nos anos 60, a atuação da ditadura na censura de suas obras entre outros tópicos.

O ator para viver o protagonista ainda não foi escolhido. De acordo com a fonte, cogita-se o ator Matheus Natchergaelle (Baixio das Bestas).

(V.D.)

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fonte: http://www.cinemaemcena.com.br

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Captação de Recursos: Após cinco anos de espera, Bonitinha, mas Ordinária chega aos cinemas


Novo trabalho do diretor Moacyr Góes foi exibido na quinta noite do festival.


por Francisco Russo

Foi uma longa espera. Em março de 2008, o produtor Diler Trindade, o diretor Moacyr Góes e os atores João Miguele Letícia Colin concederam uma entrevista coletiva no Odeon, tradicional cinema do Rio de Janeiro, para falar sobre o início das filmagens de Bonitinha, mas Ordinária. Cinco anos depois, o longa-metragem enfim foi exibido pela primeira vez ao público na quinta noite do Cine PE 2013.


Da esquerda para direita: Diler Trindade, Gracindo Jr., Letícia Colin e Moacyr Góes


Logo na apresentação, Moacyr Góes alertou o público: "Fiz o meu Nelson", se referindo ao autor da peça teatral na qual o filme é baseado, Nelson Rodrigues. O diretor ainda ressaltou o trabalho de Letícia Colin, que derrotou cerca de 50 garotas para ficar com o papel. "Não é qualquer atriz que se entrega desta forma", comentou.

Repleto de cenas em close, Bonitinha, mas Ordinária passou por uma atualização nesta nova versão. A famosa cena da curra agora acontece em plena favela carioca, após um baile funk. Mudanças no personagem Peixoto e uma maior valorização à famosa frase "O mineiro só é solidário no câncer", de Otto Lara Rezende, são novidades facilmente percebidas por quem conhece o material original. O elenco conta ainda com Leandra Leal, Gracindo Jr. eLeon Goes.




Na coletiva realizada na manhã de hoje, 1º de maio, Diler Trindade e Moacyr Góes explicaram o porquê de tamanha demora para que o filme chegasse aos cinemas. Produtor e diretor ainda trouxeram detalhes sobre o projeto. OAdoroCinema estava lá!


DEMORA NO LANÇAMENTO

O porquê do longa-metragem chegar aos cinemas apenas cinco anos após a realização das filmagens foi explicado em detalhes por Diler Trindade. "Quando resolvemos filmar Bonitinha, mas Ordinária já havia imaginado que seria difícil conseguirmos recursos, porque o cinema nacional havia ficado muito pudico. Começamos a produzir e filmamos, mas ainda sem dinheiro. Quando temos o elenco ideal, com as agendas fechadas, temos que filmar. Então fui pegar dinheiro emprestado com agiota, pagando 3% ao mês, e depois fui ao mercado captar. Sempre gostei de fazer isto porque acho que é mais fácil vender o filme quando já existem cenas que possam ser exibidas. Só que o investimento passa pelos homens de marketing das empresas e eles achavam que o filme era pesado demais, então tive muitas dificuldades. Perdemos alguns editais também. Foram quatro anos de captação e muita dificuldade.

No ano passado o Joffre Rodrigues me ligou e falou que eu era o único que tinha um filme baseado na obra do Nelson Rodrigues no ano de seu centenário. Fiquei animado com a ideia, então já que havia esperado tanto resolvi aguardar até o centenário. Só que o Cadu Rodrigues, diretor da Globo Filmes na época, disse que naquele momento tinha muito filme na fila e não teria como apoiar. Argumentei que iria perder o centenário e ele me perguntou se achava que alguém deixaria de ver o filme por causa disto. Então acabamos acertando em 24 de maio, ainda assim com vários filmes da Globo Filmes no caminho."


CARREIRA



Apesar de ter rodado 12 filmes em seis anos, Moacyr Góes sempre foi muito criticado por suas opções no cinema. Entre seus trabalhos, estão três filmes com Xuxa e dois com o padre Marcelo Rossi. O diretor falou um pouco sobre como foi este início de carreira cinematográfica e o porquê das escolhas que fez.

"A vida tem muitos caminhos que me levaram a fazer os filmes que fiz. Não tenho por característica renegar ou cuspir no prato que comi. Fiz sempre com a maior convicção, não fui obrigado a nada. Fiz porque por um lado achava que iria aprender muito, já que estava entrando no cinema, e também tinha uma perspectiva de trabalho. Algo que sempre me afligiu era como viviam os cineastas brasileiros que faziam filme de quatro em quatro anos. Sempre vivi do meu trabalho, então jamais imaginei que poderia parar a minha vida por tanto tempo para produzir um filme. Quando fui convidado pelo Diler para fazer cinema eu obviamente me encantei e procurei tirar dos projetos aquilo que eles tinham de melhor."


COMO NASCEU A IDEIA DO FILME

"O Diler havia me pedido indicações de peças teatrais e sugeri duas: Trair e Coçar É Só Começar e Bonitinha, mas Ordinária", revelou Moacyr Góes. "Tinha uma perspectiva muito forte de tirar um pouco o folclore em torno da obra do Nelson, que está ligado à ideia da pornografia ou da erotização exacerbada. Quem se debruça na obra dele sabe que o buraco é mais embaixo."


PROTEÇÃO A LETÍCIA COLIN

Durante a coletiva o diretor ressaltou o forte elo que se formou entre ele e Letícia Colin. "Fiz um trabalho que me marcou muito e irei levar pela vida inteira com esta menina, que encontrei aos 18 anos. Trabalhar com a Letícia foi um dos maiores prazeres que tive como diretor, porque, como ela era muito inexperiente pela idade e o papel exigia uma ousadia muito grande, fiz um pacto de estarmos juntos e estabelecermos uma relação sem intermediários. Era um mergulho numa jornada dolorosa da personagem, mas ao mesmo tempo era preciso segurar um pouco."


CENA DA CURRA

"A cena da curra era difícil, foi a última que fizemos. Foi uma cena de estúdio, todo o restante do filme foi em locação", explicou o diretor. "Tinha que fazer em um lugar que a protegesse mais e foi muito difícil. Fizemos a cena inúmeras vezes, com vários eixos e cada vez que fazia tirava todo mundo do set, conversava com ela para se recuperar e então irmos de novo."

Apesar de ser a cena mais famosa da história, Moacyr Góes faz uma ressalva. "É importante dizer que o filme não é a cena da curra, ou ao menos não é só isso. Ela é a expressão de uma crise de valores, sobre onde está o amor. Na relação de amor que existe no filme o sexo não comparece."





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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Captação de Recursos:'Prioridade do Ministério da Cultura é reformar Lei Rouanet', diz Marta Suplicy


APROVAÇÃO DO PROCULTURA PRETENDE ACABAR COM CONCENTRAÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS EM PRODUÇÕES DO SUDESTE E AUMENTAR PARTICIPAÇÃO DE CRIADORES NEGROS EM EDITAIS




Sobre o Vale Cultura, Marta informou que desistiu de incluir TV a cabo no pacote de produtos que poderão ser adquiridos (Foto: Elza Fiúza/Arquivo Ag. Brasil)


São Paulo – A ministra da Cultura, Marta Suplicy, disse hoje (12) que o próximo alvo da agenda legislativa de sua pasta será a reforma da Lei Rouanet, que atualmente tramita pela Câmara como Projeto de Lei 6.722, de 2010. O texto institui o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Procultura) e está parado na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Casa há quase dois anos. A titular do ministério afirmou que está ultimando os detalhes do projeto com seu relator, deputado Pedro Eugênio (PT-PE), para levá-lo a plenário o mais rápido possível.

"Estamos agora nos finalmentes", informou, em entrevista coletiva depois de participar de seminário no Centro Cultural Britânico, em São Paulo. Marta enumerou ainda outras prioridades de sua gestão que devem sair do papel até o final do ano. "Teremos um pequeno aumento orçamentário e também a reforma na lei de direitos autorais, que ainda está um pouco cru. O mais importante é a Lei Rouanet, mas tudo vai desencantar até o final do ano." Na tarde de hoje, a agenda da ministra previa reuniões fechadas com acadêmicos, músicos e artistas que se dedicam ao tema dos direitos autorais na internet.
Inclusão


De acordo com Marta Suplicy, as mudanças que o MinC deseja realizar na Lei Rouanet têm como principal desafio transformar a legislação cultural do país num instrumento de inclusão social. "Esse é o eixo do nosso ministério, mas muitas vezes não conseguimos atingir esse objetivo", reconhece, enumerando duas distorções na Lei Rouanet que devem ser combatidas pelo governo. A primeira, a concentração dos recursos no Sudeste. "As regiões Norte e Nordeste acabam ficando com menos recursos, até porque têm menos habitantes e menos empresas. Precisamos mudar isso."

A ministra lembra ainda a baixa quantidade de projetos apresentados por criadores negros. "Fizemos editais específicos porque percebemos que são pouquíssimos os proponentes negros à Lei Rouanet e pouquíssimos os que são aprovados. Quando conseguem ter aprovação, não conseguem captar recursos junto às empresas." De acordo com Marta, a legislação concede cerca de R$ 1,6 bilhão em incentivos fiscais para produções culturais em todo o país. "A ideia é conseguir um número cada vez maior de pessoas interessadas em fazer filmes, música, dança, circo e livros publicados por autores negros."

Criticada por alguns artistas e produtores culturais como uma espécie de "privatização" da cultura no país, a Lei Rouanet foi criada em 1991 e funciona com isenções fiscais de até 4% concedidas pelo governo às empresas que decidem patrocinar projetos de música, dança, teatro etc. O Ministério da Cultura recebe propostas e, se aprovadas, seus idealizadores recebem autorização para captar verbas junto às empresas. Portanto, a decisão final sobre o financiamento das produções fica com a iniciativa privada. O poder público exerce um papel de avalista, garantindo a isenção fiscal.
Vale Cultura


A mais recente conquista do Ministério da Cultura no Congresso foi a aprovação do programa Vale Cultura, que, a partir do segundo semestre, vai conceder um benefício mensal de R$ 50 para que os trabalhadores do país que ganham até cinco salários mínimos gastem com bens culturais – livros, cinema, teatro etc. "Será o Fome Zero da alma", classificou a ministra em reiteradas ocasiões.

Hoje, Marta Suplicy disse que desistiu de incluir assinaturas de tevê a cabo no pacote de produtos que podem ser adquiridos com o incentivo governamental. "Tenho recebido telefonemas e cartas e conversado com produtores e artistas, escutei argumentos favoráveis e contrários à inclusão da tevê por assinatura. Abandonamos a ideia", disse. "Decidimos deixar essa televisão pra outro dia. Queremos ver se o Vale Cultura vai ser usado nos lugares pra onde foi imaginado."

Apesar disso, a ministra reconheceu que é impossível determinar em quais bens culturais os trabalhadores beneficiados pelo programa vão gastar seu dinheiro. Marta citou dois exemplos. Primeiro, uma conversa que teve com uma das porteiras do MinC, que a abordou alguns meses atrás para dizer que gastará seu Vale Cultura indo ao que chamou de "teatro de rico", cujos ingressos custam R$ 70. Ao mesmo tempo, lembrou o grande sucesso de público que foi a exposição dos impressionistas franceses trazida ao país pelo Banco do Brasil. "Fazia fila de dar volta no quarteirão durante a madrugada", pontuou. "O mais instigante é que não sabemos o que o povo vai comprar. Precisamos dar a oportunidade para que as pessoas experimentem coisas novas."

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fonte: http://www.redebrasilatual.com.br

terça-feira, 30 de abril de 2013

Curso de Captação de Recursos: Circuito fecha parceria com Sebrae para curso


Representantes dos municípios associados ao Circuito Turístico Nascentes das Gerais, com o apoio da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo de Passos, fecharam um convênio com o Sebrae Minas para a realização de um curso específico de apoio ao turismo da região.

Com isso, o circuito espera sanar a carência de profissionais que elaboram projetos para captação de recursos. Em reunião do circuito no ultimo dia 23, foi aclamado e aprovado por todos, o custeio de certa parcela deste curso pelo Circuito Turístico Nascentes das Gerais. A Prefeitura de Passos através da Sictur, fechou parceria com o Sindicato Rural de Passos, onde cedeu o espaço para a realização do Curso.

O curso, que será realizado e ofertado de forma gratuita aos associados nos dias 6 e 7 de maio, abordará temas relevantes e irá proporcionar ao participante conhecimentos específicos para que ele possa elaborar projetos de forma precisa e dentro dos padrões exigidos e também as mais variáveis formas de captar recursos financeiros para executá-los.

“É mais uma ação regional que irá qualificar os gestores municipais na questão de projetos, e o circuito com as outras entidades parceiras fica honrado de poder proporcionar isso aos municípios associados”, salientou o Gestor Kleyber Silveira.

Finalizando a reunião, o presidente Vicente de Paulo Leite anunciou também que todos os municípios também pertencentes ao circuito foram contemplados com uma oficina para aperfeiçoamento do Planejamento Estratégico de Turismo Regional, a ser realizada no dia 29 de maio.

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fonte: http://www.clicfolha.com.br/

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Captação de Recursos: País aplica apenas 11% de fundo para proteger Amazônia



Passados cinco anos desde o anúncio de doações da Noruega e da Alemanha, governo terá de renegociar prazo para investir recursos


 





Criado há cinco anos para financiar projetos de preservação da floresta, o Fundo Amazônia já recebeu um "cheque" de R$ 1,29 bilhão, mas só desembolsou 11,4% desse total. Por causa da demora, o Brasil agora tenta renegociar com países doadores, Noruega e Alemanha, a ampliação do prazo para aplicação dos recursos, inicialmente previsto para dezembro de 2015.

"A imagem que fica é ruim", constata Adriana Ramos, do Instituto Socioambiental e integrante do Comitê Orientador do Fundo Amazônia. "O incômodo e o desgaste do Brasil no cenário internacional somente será evitado se o País conseguir reverter a tendência de aumento no ritmo do desmatamento."

Os alertas de desmatamento na Amazônia Legal aumentaram 26% entre 1º de agosto de 2012 e fevereiro de 2013, em comparação ao período anterior.

O fundo é formado por doações da Noruega, Alemanha e da Petrobrás. A captação de recursos está condicionada à redução das emissões de gases efeito estufa resultantes do desmatamento. A verba é repassada para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), encarregado de analisar, aprovar, contratar e acompanhar os projetos.

Para Elisabeth Forseth, conselheira da Embaixada da Noruega, houve demora no processo de formação da carteira de projetos. Ela avalia que iniciativas até agora apoiadas não refletem o tamanho dos recursos disponíveis, mas diz estar confiante numa maior rapidez da análise das propostas.

No Ministério do Meio Ambiente, o diretor do departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento, Francisco Oliveira Filho, também diz acreditar que o ritmo nas avaliações e liberações de recursos será mais intenso nos próximos dois anos. A maior velocidade, afirma, seria resultado de uma mudança na lógica da escolha dos projetos que serão beneficiados com financiamento.A ideia agora é dar prioridade a projetos "estruturantes". Isso significa que a preferência será dada para propostas de maior impacto e abrangência. Um projeto voltado para várias comunidades ribeirinhas, por exemplo, terá preferência a outro endereçado a apenas um grupo de moradores. Oliveira Filho atribui o ritmo lento inicial ao período de adaptação. Algo que, para ele já foi superado

Burocracia. Para o diretor do Museu da Amazônia, Ênio Candotti, a lentidão não surpreende. "É um reflexo da própria contradição do governo sobre o desenvolvimento da região. De um lado, existem estratégias de conservação. De outro o PAC, cuja filosofia é desenvolvimento nacional a qualquer custo, doa a quem doer."

Tanto Candotti quanto Adriana Ramos identificam boa vontade na equipe do BNDES para avaliação e liberação de recursos do fundo. "O problema é que não se pode organizar ações na Amazônia do Rio de Janeiro ou de São Paulo. O apego à burocracia, à assinatura, aqui não funciona", afirma Candotti. "A lógica tem de ser outra: o apego ao resultado e não ao processo."

Adriana diz que a delegação ao BNDES para a análise e liberação de recursos era vista com bons olhos. "Acreditava-se que o contato com o tema faria com que o banco refletisse mais sobre o viés ambiental dos investimentos, de forma geral. Algo que não ocorreu."

Apesar da necessidade da prorrogação, o BNDES, por meio da assessoria de imprensa, afirma não haver demora no uso dos recursos. Se comparado o desempenho com fundos análogos, diz o banco, o Fundo Amazônia está sempre em primeira ou segunda posição quando considerados os critérios de compromisso de doações em favor do fundo, número de projetos ou valores.


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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Captação de Recursos: MinC libera captação de R$ 10 mi para filme sobre Calypso



Longa-metragem será estrelado por Deborah Secco; ator que viverá Chimbinha segue indefinido
Redação Bonde


O Ministério da Cultura autorizou a captação de R$ 10.722.688,00 para a produção do filme sobre a banda do Pará, Calypso. O valor foi divulgado no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (25). A produtora Coração da Selva Transmídia pode captar os recursos até 31 de dezembro de 2016. As informações são do Portal UOL.




O filme Isso é Calypso ganhou maior visibilidade depois da declaração polêmica da cantora e vocalista da banda, Joelma. Ela comparou gays a drogados em entrevista recente. Conversas dos bastidores indicavam que o filme não seria mais produzido. No entanto, o diretor Caco de Souza desmentiu o boato em entrevista ao UOL.

Deborah Secco interpretará Joelma e o ator Bruno Gagliasso, que estava confirmado como Chimbinha, desistiu por conta de trabalhos na televisão.

As gravações devem acontecer no Pará, Pernambuco e Rio de Janeiro. (Com informações do Portal UOL).


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